quarta-feira, 2 de abril de 2014

Cardeal Damasceno fala ao Consep sobre canonização do beato Anchieta




O arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno Assis, falou hoje, 1º de abril, aos bispos do Conselho Episcopal Pastoral, reunidos em Brasília, sobre a canonização do beato José de Anchieta, que acontecerá amanhã, em Roma, por meio de um decreto assinado pelo papa Francisco. A cerimônia terá início às 12 horas (9 horas em Brasília).

Segundo dom Damasceno, a CNBB enviou uma carta aos bispos do Brasil para que motivem seus párocos a tocarem os sinos das igrejas às 9 horas da manhã. “Trata-se de um gesto de alegria e agradecimento a Deus que nos tem dado mais um santo”, explicou.
Dom Damasceno informou, ainda, que no dia 24 de abril, na Igreja Santo Inácio, em Roma, haverá uma celebração em ação de graças pela canonização do beato Anchieta, presidida pelo papa Francisco.
Em maio, durante a 52ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, a missa pela canonização de Anchieta será no dia 4 de maio, às oito horas da manhã, no Santuário Nacional de Aparecida, em Aparecida (SP). A missa será transmitida, ao vivo, por emissoras de televisão e rádio.
Também foram lembradas as celebrações que acontecerão em cidades por onde padre Anchieta passou como São Paulo, Vitória e Salvador.
Consep
Compõem o Conselho Episcopal Pastoral a presidência da CNBB e os presidentes das doze comissões episcopais da Conferência. Também participam da reunião, que prosseguirá até amanhã, 2, assessores das respectivas comissões e representantes de organismos vinculados à instituição.

Nenhum comentário :

Postar um comentário

Reflexão

Todas as pessoas costumam falar em justiça ,mas para a maioria delas o fundamento dessa justiça são princípios e valores humanos, principalmente o que está escrito nas leis. Para nós cristãos, esse critério não é suficiente para entendermos verdadeiramente o que é justiça. Não é suficiente em primeiro lugar porque nem tudo o que é legal, é justo ou moral, como por exemplo a legalização do divórcio, do aborto ou da eutanásia. Também devemos levar em consideração que todas as pessoas, embora sejam seres naturais, possuem um dom de Deus que faz delas superiores à natureza, participantes da vida divina, e como Deus é amor, o amor é, para quem crê, o único e verdadeiro critério da justiça

CNBB - Imprensa