sábado, 4 de setembro de 2010

Missa - Celebração Eucaristica


MISSA - A  CELEBRAÇÃO  EUCARÍSTICA










I)                   INTRODUÇÃO



CRISTO OFERECEU-SE A SEU PAI PELOS NOSSOS PECADOS – Jesus expressou de modo supremo a oferta livre de si mesmo na refeição que tomou com os doze Apóstolos, na noite em que foi entregue. Jesus fez desta última ceia o MEMORIAL DE SUA OFERTA VOLUNTÁRIA AO PAI : “ISTO É O MEU CORPO QUE É DADO POR VÓS – ISTO É O MEU SANGUE QUE É DERRAMADO POR  MUITOS PARA A REMISSÃO DOS PECADOS”.



A EUCARISTÍA, que Jesus instituiu naquele momento será o MEMORIAL DO SEU SACRIFÍCIO – Jesus inclui os Apóstolos na sua própria oferta e pede a eles que a perpetuem.



Na última Ceia, com os Apóstolos, na noite em que foi entregue, JESUS, nosso salvador instituiu o “SACRIFÍCIO EUCARÍSTICO DE SEU CORPO E SANGUE”, que será perpetuado pelos séculos, até que volte.



A IGREJA – Todos os homens são chamados a pertencer ao Povo de Deus. Povo este, que permanecerá “uno e único” deverá estender-se a todo o mundo e todos os tempos. Esta marca de “universalidade”, que marca o povo de Deus é um dom do próprio Senhor, pelo qual a “Igreja Católica”, de maneira eficaz e perpétua reúne toda a humanidade com todos os eus bens sob Cristo, “cabeça”, na unidade do Espírito.- Esta Igreja de Cristo está verdadeiramente presente em todas as legítimas comunidades de fiéis – Nela os fiéis se reúnem pela pregação do Evangelho de Cristo – Nela se “Celebra o Mistério da Ceia do Senhor”: Sacramento do Amor, Sinal de unidade, Vínculo de caridade, Banquete Pascal; onde Cristo é recebido como alimento.



  A CELEBRAÇÃO LITÚRGICA DA EUCARISTIA – A liturgia da Eucaristia desenrola-se segundo uma estrutura fundamental que se conservou ao longo dos séculos até os nossos dias. Desdobra-se em dois grandes momentos:



1) A LITURGIA DA PALAVRA, com as leituras, a homília e a oração universal; e



2) A LITURGIA EUCARÍSTICA, com a apresentação do pão e do vinho, a ação de graças e a comunhão.



Estes dois momentos constituem juntos “um só e mesmo ato de culto” – A mesa preparada para nós na Eucaristia é ao mesmo tempo, A DA PALAVRA DE DEUS e a DO CORPO DE DEUS.  Por acaso não é exatamente este o desenrolar da Ceia Pascal de Jesus ressuscitado com seus discípulos? – “Estando a caminho, explicou-lhes as Escrituras e em seguida, colocando-se à mesa com eles, tomou a pão, abençoou-o, depois partiu-o e distribuiu-o a eles” – Este é o movimento da celebração, da qual comumente chamamos de “MISSA” - “ASSEMBLÉIA EUCARÍSTICA.



Momento este, onde “todos se reúnem” em um mesmo local, em que o próprio Cristo é o protagonista principal – Ele é o Sumo Sacerdote, é Ele mesmo quem preside invisivelmente toda a Celebração Eucarística. É representando-o que o Bispo ou o Sacerdote (presbítero) preside a Assembléia, toma a palavra depois das leituras, recebe as oferendas e profere a oração Eucarística.                      



              AÇÃO DE GRAÇAS E LOUVOR AO PAI – Se os cristãos celebram a Eucaristia desde as origens , e sob uma forma que, na sua substância, não sofreu alteração através da grande diversidade dos tempos e das liturgias, é porque temos consciência de estarmos ligados ao mandato do Senhor, dada na véspera de sua Paixão: “Fazei isto em memória de mim” ( 1Cor 11, 24 e 25). Esta ordem do Senhor é cumprida celebrando o “MEMORIAL DE SEU SACRIFÍCIO : A SANTA MISSA”.



          Ao fazer-mos isto, oferecemos ao Pai o que Ele mesmo nos deu. Por isso, temos de considerar a Eucaristia, como:



·               AÇÃO DE GRAÇAS E LOUVOR AO PAI;



·               MEMORIAL DO SACRIFÍCIO DE CRISTO E DO SEU CORPO;  e



·               PRESENÇA DE CRISTO PELO PODER DE SUA PALAVRA E DO SEU ESPÍRITO.



Neste divino sacrifício que se realiza na “MISSA”, este mesmo Cristo, que se ofereceu a si mesmo uma vez de maneira cruenta no altar da cruz, está contido e é imolado de maneira incruenta.






II)                 ELEMENTOS DA CELEBRAÇÃO DA LITURGIA EUCARÍSTICA :



            ÷ O CELEBRANTE – o Concílio Vaticano II diz que o Padre age “in persona Christi”, isto é, em lugar da pessoa de Jesus. Além de SACERDOTE, o Padre é PRESBÍTERO e PROFETA. E como Sacerdote, administra os Sacramentos e preside o Culto Divino.



÷ O ALTAR – a existência do ALTAR é tão antiga quanto a história da humanidade. A primeira menção de ALTAR, na Bíblia, aparece com Noé, que ofereceu um sacrifício sobre um “altar” – O ALTAR represente a mesa da Ceia do Senhor. Lembra também a Cruz de Jesus, que foi como um “altar” onde o senhor ofereceu o sacrifício de sua própria vida.



÷ AS VESTES – para lidar com as coisas sagradas o Padre usa de sinais sagrados, colando VESTES, que o distinguem das outras pessoas. São os seguintes:



* TÚNICA : A túnica e uma dessas vestes. É um manto geralmente branco, longo, que cobre todo o corpo. Lembra a túnica de Jesus, "sem costura de alto a baixo", sobre a qual os soldados tiraram sorte, para ver a quem caberia.



* ESTOLA: É uma faixa vertical;  separada da túnica, a qual desce do pescoço do padre, com duas pontas na frente.  Sua cor varia de acordo com a Liturgia do dia.  Existem quatro cores na Liturgia: verde, branco, roxo e vermelho. A estola simboliza o poder sacerdotal.



* CASULA: Vai sobre todas as vestes. Cobre todo o corpo. A cor varia conforme a Liturgia, como a estola. É uma veste   solene, ampla, que deve ser usada nas Missas dominicais e      dias festivos.



* AMITO: Há padres que usam também o amito. É um pano branco que    envolve o pescoço do celebrante. Veste-se antes da túnica ou da alva.



 * CÍNGULO: É um cordão que prende a alva ou a túnica ~ altura da cintura. (A alva é uma veste semelhante à túnica. Usa-se uma ou outra).



 ÷ OS OBJETOS: Na celebração Eucarística Jesus se oferece ao Pai por nós, e reúne, neste grande oferecimento, a humanidade e toda a criação, pois do senhor é a terra e tudo que nela existe. São os seguintes os objetos usados na Missa:



* HÓSTIA: é pão de trigo puro: Há uma hóstia grande para o Presidente da Celebração e as pequenas para o povo. A do padre é grande parar ser vista de longe, na elevação, e ser repartida entre alguns participantes da Celebração.



* VINHO: é vinho puro, de uva. Assim como o pão se muda no Corpo de Cristo na consagração, o vinho se muda no Sangue do Senhor, vivo e ressuscitado.



* CÁLICE: é uma "taça" revestida de ouro ou prateada. Nele se deposita o vinho a ser consagrado. ,



* ÂMBULA: É semelhante ao cálice, mas tem uma .tampa. Nela se colocam as hóstias. Após a Missa é guardada no sacrário com as hóstias consagradas.



* PATENA: é um "pratinho” de metal. Sobre ele se coloca a hóstia grande.



* ÁGUA; é  água natural. Serve para purificar as mãos do sacerdote e ser colocada no vinho (umas gotas só),  para simbolizar a união da humanidade com a Divindade, em Jesus.  Também  é  usada  para purificar o cálice  e  a âmbula.



* PALA: é uma peça quadrada, dura, (um cartão revestido de linho). Cobre o cálice.



* SANGUINHO:  é  uma  toalhinha  comprida,  branca. Serve para enxugar o cálice  e  a  âmbula.



* CORPORAL: é uma toalhinha quadrada. Chama-se corporal porque  sobre ela coloca-se o Corpo do Senhor (Âmbula e Cálice), no centro do altar.



* GALHETAS: São como duas jarrinhas de vidro. Numa vai a água, na outra, o vinho. Elas estão sempre juntas, num pratinho, ao lado do altar.



* MANUSTÉRGIO: Vem da palavra latina "manus", que quer dizer "mão". É para enxugar as mãos do Presidente, no ofertório.



* MISSAL: É um livro grosso que tem o rito da Missa, menos As Leituras, que estão num outro livro chamado Lecionário. Nosso Missal é o "Romano", porque é aprovado peto Papa, que tem sua sede em Roma, embora a Missa seja na língua pátria.



* CRUCIFIXO: Sobre o altar ou acima dele deve haver um crucifixo, para lembrar que a Ceia do Senhor é Inseparável do seu Sacrifício Redentor. Na Ceia, Jesus deu aos discípulos o ”Sangue da Aliança, que ia ser derramado por muitos para o perdão, pecados" (Cf. Mt 26,28).



* VELAS: Sobre o altar vão duas velas: A chama da vela é o sím­bolo da fé, que recebemos de Jesus, "Luz do Mundo", no Batismo e na Crisma. É um sinal de que a Missa só tem sentido para quem vive a fé.



* FLORES: Em dias festivos, podem-se colocar flores. O certo não é "sobre" o altar, mas ao lado dele, pois o altar não é para pôr "coisas".



 ÷ OS GESTOS: O homem é corpo e alma. Há nele uma unidade vital. Por isso ele age com a alma e com o corpo ao mesmo tempo. O seu olhar, as suas mãos, a sua palavra, o seu silêncio, o seu gesto. A nossa fé, o nosso amor e os nossos sentimentos são manifestados através dos gestos, das palavras, dos cantos, da posição do corpo e também do silêncio. Como já vimos, a Missa é o louvor visível do povo de Deus, por isso, rezamos com o corpo também, dizendo palavras e fazendo gestos. Vejamos o significado dos gestos:



* SENTADO: é uma posição cômoda que favorece a catequese, boa para a gente ouvir as Leituras, a homilia e meditar. é a atitude de quem fica à vontade e ouve com satisfação.



* DE PÉ: é  uma posição de quem ouve com atenção e respeito, tendo muita consideração pela pessoa que fala. Indica prontidão e disposição para obedecer.  Foi, desde o início da Igreja, a posição do "orante".



* DE JOELHOS: de início o cristão ajoelhava-se somente nas orações particulares. Depois toda a comunidade passou a ajoelhar-se em tempo de penitência. Agora essa posição é comum diante do Santíssimo Sacramento e durante a consagração do pão e do vinho. Ajoelhar-se perante alguém era sinal de homenagem a um soberano. Hoje significa adoração a Deus. São Paulo diz: "Ao nome de Jesus, se dobre todo joelho, no céu, na terra e debaixo da terra" (FI 2, 10). Rezar de joelhos é mais comum nas orações individuais.



* GENUFLEXÃO: é um gesto de adoração a Jesus na Eucaristia. Fazemos quando entramos na igreja e dela saímos, se ali existe o sacrário. Também fazemos genuflexão diante do crucifixo na Sexta-Feira Santa, em sinal de adoração. (Nao é adoração à cruz, mas a Jesus que nela foi pregado).



* INCLINAÇÃO: Inclinar-se diante de alguém é sinal de grande respeito é também adoração, diante do Santíssimo Sacramento. Os fiéis podem inclinar a cabeça para receber a benção solene.



* PROCISSÃO: Na Missa podemos fazer diversas procissões, se forem Convenientes: na Entrada do Presidente, no Evangelho, no Ofertório, na Comunhão. As nossas procissões simbolizam a peregrinação do Povo de Deus para a casa do Pai. Somos uma Igreja "peregrina".



* MÃOS LEVANTADAS: é atitude dos "orantes". , Significa súplica e entrega a Deus. É o gesto aconselhado por Paulo a Timóteo:  "Quero, pois,  que os homens  orem em qualquer lugar, levantando ao céu as mãos puras, sem iras e sem con­tendas" (1 Tm 2,8).



* MÃOS JUNTAS: Significam recolhimento Interior, busca de Deus, fé, súplica, confiança e entrega da vida. É atitude de profunda piedade.



* PROSTRAÇÃO: Gesto muito antigo, bem a gosto dos orientais. Estes se prostravam com o rosto na terra para orar. Assim fez Jesus no Horto das Oliveiras. Hoje essa atitude é própria de quem se consagra a Deus, como na ordenação sacerdotal. Significa morrer para o mundo e nascer para Deus com uma vida nova e uma nova missão.



              * SILÊNCIO:O silêncio tem seu valor na oração. Ajuda o aprofundamento nos mistérios da fé. "0 Senhor fala no silêncio do coração". É oportuno fazer silêncio depois das Leituras, da homilia e da Comunhão, para interiorizar o que o Senhor disse. Meditar é também uma forma de participar.



÷ O CANTO: O canto litúrgico não tem o sabor do canto teatral. Deverá estar isento



 de vaidade  e exibição.  Também,  o  som  dos instrumentos  é para ajudar as vozes  e  não para abafar  o canto.  O  que  se  deve  ouvir  é  o  povo  cantando.  A  equipe  de  liturgia  não é para substituir o canto da Assembléia, mas para animá-la a cantar.







Por isso,  o Concílio  recomenda  que se use inteligentemente do canto religioso popular,  que  está  mais  na alma do povo.  E aqui,  vem o papel do canto na Missa:  ele está a  serviço do louvor de Deus e de nossa santificação. O canto, na liturgia, não é só para  enfeitar e fazer a Celebração ficar mais bonita. É mais que isso. Ele é “oração”.



   



III)             O MOVIMENTO DA CELEBRAÇÃO 



A missa tem o seu desenvolvimento dividido em 4 partes:



 




 

   





1)      - RITOS INICIAIS;



      2)      - LITUTGIA DA PALAVRA;



      3)      - LITURGIA EURARÍSTICA; e



      4)      -RITOS FINAIS.







               Dessas 4 partes, duas são as mais importantes pela sua dimensão e conteúdo:



   





   A  LITURGIA DA PALAVRA   E   A   LITURGIA EUCARÍSTICA 








÷ A LITURGIA DA PALAVRA comporta os escritos dos profetas, isto é, o ANTIGO TESTAMENTO, e as memórias dos Apóstolos, isto é, as EPÍSTOLAS e os EVANGELHOS. E se desenvolve na seguinte seqüência:




        - Monição para a 1a Leitura                 (sentados)



        - Proclamação da 1a Leitura                 (sentados)



        - Salmo Responsorial                           (sentados)



        - Monição para a 2a Leitura                 (sentados)



        - Proclamação da 2a Leitura                 (sentados)



        - Monição para o Evangelho                (sentados)



        - Canto de aclamação ao Evangelho     (de pé)



        - Proclamação do Evangelho                (de pé)



        - Homilia ( pregação)                           (sentados)



        - Profissão de Fé                                 (de pé)



        - Oração dos Fiéis                               (de pé)



                       



          Antes do Concílio Vaticano II não se dava muita importância a Liturgia da Palavra. Para muitos, a Missa era só a Liturgia Eucarística. Até chamavam a Liturgia da Palavra de "Antemissa" ou "Missa dos Catecúmenos". Ainda hoje a Liturgia da Palavra continua sendo uma preparação para a Eucaristia, mas de importância vital, como duas partes que se completam. Santo Agostinho já dizia: "A Palavra de Deus não é menos importante que o Corpo de Cristo". Hoje até se fala em "Pão da Palavra e Pão da Eucaristia" para se referir a importância das duas partes. Pois o Sacramento sem a Palavra de Deus perderia o seu sentido e a sua eficácia.



          Pelo que vimos, a Palavra de Deus merece o máximo de respeito. Na Missa, sobretudo, não é para ser apenas "lida", mas "proclamada" ou anunciada com o poder do Espirito Santo. Portanto, até a posição do leitor precisa ser digna: jamais com a mão no bolso, coçando a cabeça, de camisa aberta ao peito, ou de qualquer outro modo que não seja condizente com o nobre exercício desse ministério. A proclamação deve ser feita solenemente, com voz clara, pausada, com boa pronúncia, bem ajustada ao microfone, de tal modo que todos possam ouvir e entender.









     NA PALAVRA ENCONTRAMOS A PRESENÇA DO PRÓPRIO DEUS




                       



                        ÷ A LITURGIA EUCARÍSTICA:



          Na Liturgia Eucarística, todos são "celebrantes" do Mistério da Salvação. Ninguém" assiste" passivamente. São todos convivas do divino banquete. Cada um deve sentir-se convidado pessoalmente por Jesus, que é o Presidente "invisível" da Celebração. O Missal Romano diz: "Na Missa ou Ceia do Senhor, o Povo de Deus é convidado e reunido, sob a presidência do sacerdote, que representa a Pessoa de Cristo para celebrar a memória do Senhor ou Sacrifício eucarístico. Por isso, a esta reunião local da santa Igreja aplica-se, de modo eminente, a promessa de Cristo: "Onde dois ou mais estão reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles" (Mt 18,20).



          Ninguém se sinta isolado e esquecido dentro da Missa: Jesus reuniu em torno da Mesa os seus amigos. Em Cristo, todos se fazem irmãos, filhos do mesmo Pai, sem distinção entre ricos e pobres, doutores e analfabetos. É como está escrito: "Há um só corpo e um só espirito, assim como, graças à vossa vocação, fostes chamados a uma só esperança. Há também um só Senhor, uma só fé, um só Batismo, um só Deus e Pai de todos, que está acima de todos, por todos e em todos" (Ef 4, 4-6).



          Todos os gestos, palavras, preces e cantos realizados na Liturgia da Palavra devem levar a Assembléia a participar da Ceia que o Senhor desejou "ardentemente" celebrar com seus discípulos. E a Missa não pode ficar reduzida somente àquela hora de rito. Ela deve dar sentido a toda nossa vida.



          A LITURGIA EUCARÍSTICA, se desenvolve na seguinte seqüência:







I)              PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS:



 




 

   





                     - Canto e Preparação das Oferendas  (sentados)



                                   - Apresentação do Pão e do Vinho     (sentados)



                                   - Presidente lava as mãos                    (sentados)



                                   - Orai, irmãos                                     (de pé)



                                   - Oração sobre as oferendas               (de pé)



 




 

   






II)            ORAÇÃO EUCARÍSTICA:



 




 

   





                                   - Prefácio e “SANTO”                             (de pé)



- Invocação ao Espírito Santo                  (de pé)



- Narrativa da Ceia                                  (de joelhos ou de pé)



- Consagração do pão e do vinho            (de joelhos ou de pé)



- Eis o Mistério da fé                               (de joelhos ou de pé)



- Lembra a morte e ressurreição de Jesus (de pé)



- Orações pela Igreja                               (de pé)



- Louvor final (por Cristo...)                     (de pé)







III)         RITO DA COMUNHÃO:



- Pai Nosso e oração seguinte         (de pé)



- Saudação da paz                             (de pé)



- Fração do Pão                                 (de pé)



- Cordeiro de Deus                           (de pé)



- Felizes os convidados                     (de pé)



- Distribuição da Comunhão             (sentados)



- Ação de graças                               (sentados)



- Oração após a Comunhão              (de pé)

                



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Reflexão

Todas as pessoas costumam falar em justiça ,mas para a maioria delas o fundamento dessa justiça são princípios e valores humanos, principalmente o que está escrito nas leis. Para nós cristãos, esse critério não é suficiente para entendermos verdadeiramente o que é justiça. Não é suficiente em primeiro lugar porque nem tudo o que é legal, é justo ou moral, como por exemplo a legalização do divórcio, do aborto ou da eutanásia. Também devemos levar em consideração que todas as pessoas, embora sejam seres naturais, possuem um dom de Deus que faz delas superiores à natureza, participantes da vida divina, e como Deus é amor, o amor é, para quem crê, o único e verdadeiro critério da justiça

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