quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Nova equipe da Cetel segue o trabalho de revisão dos textos litúrgicos


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A Comissão Episcopal para a Tradução dos Textos Litúrgicos (Cetel) se reuniu em Brasília (DF), na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), para dar continuidade às revisões da tradução do Missal Romano e de outros textos litúrgicos. Esta é a segunda reunião do ano e a primeira reunião da nova composição da Cetel, após a sua escolha, em maio, em Aparecida (SP), na 49ª Assembleia Geral da CNBB.

Estão presentes o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia, dom Armando Bucciol, e os bispos que compõem a Cetel: dom Alberto Taveira; dom Dadeus Grings e dom Manoel João Francisco, além da equipe de tradutores e do assessor da Comissão para a Liturgia, padre Hernaldo Pinto Farias. Dom Geraldo Lyrio Rocha, que faz parte da Cetel, não pode comparecer nesta primeira reunião.
reuniaocetelcnbb2Segundo os organizadores, a reunião pretende dar continuidade as traduções e concordar o método de trabalho da equipe passada. "A equipe foi modificada, mas o ritmo de trabalho é o mesmo", destacou o bispo de Chapecó (SC), dom Manoel Francisco.
“Após a última Assembleia da CNBB, onde foram aprovados os formulários do tempo da Quaresma, da Semana Santa e do Tríduo Pascal, agora a Cetel está dando continuidade nas revisões das traduções”, explicou o padre Hernaldo Pinto Farias.
Desde 2005 a equipe da Cetel vem fazendo o trabalho de tradução e revisão da terceira edição do Missal Romano. Por ano são três reuniões.

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Reflexão

Todas as pessoas costumam falar em justiça ,mas para a maioria delas o fundamento dessa justiça são princípios e valores humanos, principalmente o que está escrito nas leis. Para nós cristãos, esse critério não é suficiente para entendermos verdadeiramente o que é justiça. Não é suficiente em primeiro lugar porque nem tudo o que é legal, é justo ou moral, como por exemplo a legalização do divórcio, do aborto ou da eutanásia. Também devemos levar em consideração que todas as pessoas, embora sejam seres naturais, possuem um dom de Deus que faz delas superiores à natureza, participantes da vida divina, e como Deus é amor, o amor é, para quem crê, o único e verdadeiro critério da justiça

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