segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

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No dia Mundial do Migrante e do Refugiado, celebrado ontem, 19, o papa Francisco pediu, ao final da Oração do Ângelus, para que os migrantes não percam a esperança de um mundo melhor. “Desejo que vivais em paz nos países que os acolhem, guardando os valores de vossas culturas de origem”, disse Francisco aos peregrinos presentes na Praça de São Pedro.

O papa também agradeceu às pessoas que trabalham com os migrantes, “acolhendo-os e acompanhando-os em seus momentos difíceis, para defende-los daqueles que o beato Scalabrini definia como ‘os mercadores de carne humana’, que querem escraviza-los”.
O papa agradeceu, em particular, à Congregação dos Missionários de São Carlos, aos padres e religiosas scalabrinianos, “que tanto bem fazem à Igreja e se ‘fazem migrantes entre os migrantes’”.
“Neste momento, pensemos em tantos migrantes e refugiados, em seus sofrimentos, em sua vida muitas vezes sem trabalho, sem documentos... em tanta dor”, disse o papa ao convidar os fiéis para rezar uma Ave Maria.

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Reflexão

Todas as pessoas costumam falar em justiça ,mas para a maioria delas o fundamento dessa justiça são princípios e valores humanos, principalmente o que está escrito nas leis. Para nós cristãos, esse critério não é suficiente para entendermos verdadeiramente o que é justiça. Não é suficiente em primeiro lugar porque nem tudo o que é legal, é justo ou moral, como por exemplo a legalização do divórcio, do aborto ou da eutanásia. Também devemos levar em consideração que todas as pessoas, embora sejam seres naturais, possuem um dom de Deus que faz delas superiores à natureza, participantes da vida divina, e como Deus é amor, o amor é, para quem crê, o único e verdadeiro critério da justiça

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