terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Papa nomeia bispos brasileiros para Conselho do Vaticano




O prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, cardeal João Braz de Aviz e o arcebispo do Rio de Janeiro (RJ), dom Orani João Tempesta foram nomeados pelo papa Francisco para o Pontifício Conselho para os Leigos.

O papa também nomeou alguns consultores do Conselho para os Leigos, entre eles, o arcebispo de Belém (PA), dom Alberto Taveira Corrêa e frei Hans Stapel, fundador e presidente da Associação Internacional de Fiéis - Família da Esperança. As nomeações foram feitas nesta quinta-feira, 6. Na foto, dom João Braz, dom Alberto e dom Orani.
Irão integrar o Conselho, outros cardeais indicados pelo papa, entre os quais o arcebispo de Viena (Áustria), Christoph Schoborn, o de Milão (Itália), Angelo Scola, o de Nairóbi (Quênia), John Njue, o de Munique (Alemanha), Reinhard Marx, de Manila (Filipinas), Luis Antônio Tagle.
Atividade
O Pontifício Conselho para os Leigos colabora com o papa nas questões voltadas a atuação dos leigos que atuam na missão da Igreja, seja meio de organismos ou de forma individual. A proposta de criação deste conselho teve como base as indicações do decreto do Concílio Vaticano II sobre o apostolado dos leigos: Apostolicam Actuositatem, n. 26. Em 6 de janeiro de 1967 foi aprovada a instalação do órgão pelo papa Paulo VI.

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Reflexão

Todas as pessoas costumam falar em justiça ,mas para a maioria delas o fundamento dessa justiça são princípios e valores humanos, principalmente o que está escrito nas leis. Para nós cristãos, esse critério não é suficiente para entendermos verdadeiramente o que é justiça. Não é suficiente em primeiro lugar porque nem tudo o que é legal, é justo ou moral, como por exemplo a legalização do divórcio, do aborto ou da eutanásia. Também devemos levar em consideração que todas as pessoas, embora sejam seres naturais, possuem um dom de Deus que faz delas superiores à natureza, participantes da vida divina, e como Deus é amor, o amor é, para quem crê, o único e verdadeiro critério da justiça

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