terça-feira, 19 de maio de 2015

Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos propõe diálogo entre religiões

“Dá-nos um pouco da tua água”. Este é o tema da Semana Nacional de Oração pela Unidade dos Cristãos e Cristãs (SOUC), inspirado no Evangelho de São João e que retrata o encontro de Jesus com a mulher samaritana. O evento ocorre de 17 e 24 de maio e busca refletir sobre a unidade cristã e o diálogo entre as religiões. 

Ainda, dentro da perspectiva do tema deste ano, a Semana propõe o debate sobre os diferentes contextos religiosos do país, abordando, principalmente, a intolerância religiosa.
Baixe o texto de introdução ao tema da Semana de Oração traduzido pela Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
O subsídio foi preparado pelo Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e pela Comissão Fé e Constituição do Conselho Mundial de Igrejas (CCMI)
Celebração nacional
No hemisfério norte, o período tradicional para a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos ocorreu de 18 a 25 de janeiro. A data foi proposta em 1908, pelo sacerdote, padre Paul Watson, por ocasião das festas litúrgicas de São Pedro e São Paulo. Já no hemisfério Sul, no entanto, as igrejas celebram a Semana de Oração durante o Pentecostes, que é um momento simbólico para a unidade da Igreja. No Brasil, o Conic coordena as celebrações da Semana de Oração em diversas regiões do país.
O Conic foi fundado em 1982, com participação de membros das igrejas Católica Apostólica Romana, Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), Anglicana do Brasil (IEAB), Presbiteriana Unida (IPU) e a Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia (ISOA). Tem como missão promover e estimular relações ecumênicas entre Igrejas cristãs e o fortalecimento do testemunho em favor dos Direitos Humanos.
CNBB com informações do Conic. 

http://www.cnbb.org.br/imprensa-1/15812-semana-de-oracao-pela-unidade-dos-cristaos-propoe-dialogo-e-acolhida

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Reflexão

Todas as pessoas costumam falar em justiça ,mas para a maioria delas o fundamento dessa justiça são princípios e valores humanos, principalmente o que está escrito nas leis. Para nós cristãos, esse critério não é suficiente para entendermos verdadeiramente o que é justiça. Não é suficiente em primeiro lugar porque nem tudo o que é legal, é justo ou moral, como por exemplo a legalização do divórcio, do aborto ou da eutanásia. Também devemos levar em consideração que todas as pessoas, embora sejam seres naturais, possuem um dom de Deus que faz delas superiores à natureza, participantes da vida divina, e como Deus é amor, o amor é, para quem crê, o único e verdadeiro critério da justiça

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