quinta-feira, 24 de novembro de 2011

“O celibato deve ser acolhido e vivido como graça”, disse dom Sérgio da Rocha


O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé da CNBB e arcebispo de Brasília, dom Sérgio da Rocha, disse que “o celibato deve ser acolhido e vivido como graça”. A afirmação foi feita nesta quarta-feira, 23, em Belo Horizonte (MG), onde dom Sérgio da Rocha participa do Simpósio Nacional O Dom do Celibato.

Sobre o evento, o arcebispo afirmou que a sociedade atual exige respostas, fundamentadas na razão, sobre questões ligadas à fé. Neste sentido, o encontro busca, com o auxílio das ciências humanas, como a história, a filosofia e a teologia, desenvolver reflexões sobre o celibato.
Dom Sérgio da Rocha destacou que  “o celibato é uma experiência de vida, amor oblativo. Para o arcebispo, é um grande desafio vivê-lo (o celibato) na atualidade, marcada pelo mercantilismo, onde tudo vira objeto de consumo. “O celibato é genuína expressão de gratuidade”, destacou.

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Reflexão

Todas as pessoas costumam falar em justiça ,mas para a maioria delas o fundamento dessa justiça são princípios e valores humanos, principalmente o que está escrito nas leis. Para nós cristãos, esse critério não é suficiente para entendermos verdadeiramente o que é justiça. Não é suficiente em primeiro lugar porque nem tudo o que é legal, é justo ou moral, como por exemplo a legalização do divórcio, do aborto ou da eutanásia. Também devemos levar em consideração que todas as pessoas, embora sejam seres naturais, possuem um dom de Deus que faz delas superiores à natureza, participantes da vida divina, e como Deus é amor, o amor é, para quem crê, o único e verdadeiro critério da justiça

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