sábado, 12 de novembro de 2011

Seminário debate o papel dos bispos referenciais da Comissão para o Laicato


Aproximadamente 34 pessoas participam em Brasília (DF), no Centro Cultural de Brasil (CCB), do 4º Seminário dos Bispos Referenciais da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Dentre os participantes estão 17 bispos dos Setores: Leigos e Comunidades Eclesiais de Base (CEBs). A reunião começou ontem, 9, e segue até amanhã, 11.

As novas Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE), debatidas e aprovada na última Assembleia Geral da CNBB, em maio deste ano, em Aparecida (SP), foi um do temas abordados no Seminário. Além das DGAE, o outro ponto de destaque da reunião foi o planejamento para o próximo quadriênio.
“Pudemos estudar também o verdadeiro papel e quais são as atribuições dos bispos referenciais. O seminário tem sido importante porque estamos questionando o papel deste bispo na atuação com os leigos. Aproveitamos ainda para explicar um pouco o que vem a ser a Comissão para o Laicato, quais suas atribuições, já que temos muitos bispos novos dentro dessa Comissão”, explicou o presidente da Comissão para o Laicato, dom Severino Clasen.
Segundo o assessor do Setor Leigos da CNBB, professor Geraldo Aguiar, o Seminário reúne os bispos do laicato e das CEBs dos 17 regionais da CNBB. “Queremos construir com isso um projeto em conjunto, entre os leigos e as CEBS, olhando os desafios e trabalhando em parceria”, disse Geraldo.
Falando sobre a importância dos leigos na Igreja, o presidente da Comissão, dom Severino Clasen, os destacou como “fundamentais e imprescindíveis”.
“O leigo é a vida e a animação da Igreja. É a razão dela existir. O leigo e também o missionário da Igreja, o testemunho de Cristo espalhado pelo mundo. Os leigos são fundamentais e imprescindíveis para todo o contexto da nossa Igreja”, disse dom Severino.
Este é o 4º Seminário dos Bispos Referenciais do Laicato. O 1º aconteceu no ano de 2008.

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Reflexão

Todas as pessoas costumam falar em justiça ,mas para a maioria delas o fundamento dessa justiça são princípios e valores humanos, principalmente o que está escrito nas leis. Para nós cristãos, esse critério não é suficiente para entendermos verdadeiramente o que é justiça. Não é suficiente em primeiro lugar porque nem tudo o que é legal, é justo ou moral, como por exemplo a legalização do divórcio, do aborto ou da eutanásia. Também devemos levar em consideração que todas as pessoas, embora sejam seres naturais, possuem um dom de Deus que faz delas superiores à natureza, participantes da vida divina, e como Deus é amor, o amor é, para quem crê, o único e verdadeiro critério da justiça

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