quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Criada Signis da América Latina e Caribe

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signis 2013




A jornalista Mônica Villanueva, do Peru, e o cineasta argentino Rocco Oppedisano, foram eleitos presidente e vice, respectivamente, da Associação Católica de Comunicação para a América Latina e Caribe (Signis/ALC) criada na Assembleia Geral da Organização Continental Católica Comunicação Latino-Americana e do Caribe (OCLACC), realizada de 1 a 3 de agosto, em Quito, Equador. Representaram o Brasil a presidente da Signis Brasil, Ir. Helena Corazza e o frei João Carlos Romanini, presidente da Rede Católica de Rádio.

De acordo com frei João Carlos Romanini, eleito um dos diretores suplentes da Signis/ALC, durante a assembleia, decidiu-se pela extinção da OCLACC e a criação da Signis América Latina e Caribe, que assumirá o projeto da Signis Mundial. Segundo o religioso, os participantes estudaram o Documento de Aparecida com a finalidade de incorporá-lo nas ações da instituição e refletiram sobre o tema “Novos comunicadores para novos tempos na América Latina”, sob a orientação da diretora do Departamento de Comunicação do Conselho Episcopal Latino Americano (Celam), Susana Nuin; do pesquisador do Equador, Mauro Cerbino e do sócio fundador da Signis Equador, padre Rolando Rua.
Na abertura da Assembleia, o presidente do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, dom Claudio Maria Celli, por meio de vídeo conferência, ressaltou os desafios para a imprensa católica em tempos de transformações. “Estamos sendo testemunhas de grandes mudanças, não somente em âmbito tecnológico e cultural, mas também na história da Igreja. Pela providência, foi eleito um papa do sul do mundo e, concretamente, de um continente que está unido pelos sofrimentos e esperanças de seus povos, por grandes desafios e estigmatizado pelas desigualdades que se encarnam, sobretudo, nos pobres e nos que mais sofrem”, afirmou.
A Signis é uma associação católica mundial de comunicação criada em 2001 e ligada ao Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais. Está presente em mais de 130 países e compreende profissionais de rádio, televisão, cinema, novas tecnologias, bem como educadores da área de Comunicação.

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Reflexão

Todas as pessoas costumam falar em justiça ,mas para a maioria delas o fundamento dessa justiça são princípios e valores humanos, principalmente o que está escrito nas leis. Para nós cristãos, esse critério não é suficiente para entendermos verdadeiramente o que é justiça. Não é suficiente em primeiro lugar porque nem tudo o que é legal, é justo ou moral, como por exemplo a legalização do divórcio, do aborto ou da eutanásia. Também devemos levar em consideração que todas as pessoas, embora sejam seres naturais, possuem um dom de Deus que faz delas superiores à natureza, participantes da vida divina, e como Deus é amor, o amor é, para quem crê, o único e verdadeiro critério da justiça

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