quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Salmo de Maria, nossa mãe

ImprimirPDF
Dom José Maria Maimone, SAC.
1º Bispo de Umuarama – Paraná
Salmo 86 (87)

Desde jovem aprendi que este salmo era profético e falava de Nossa Senhora. Por isso o aprecio demais. Depois compreendi que ele também fala sobre a Igreja. Seu ponto alto, para mim, são os últimos versículos, quando rezamos: “O próprio Deus, o Altíssimo a constituiu como Mãe” (v.5), ”Em Sião eles nasceram” (v.6), “Por isso, todos dançando ao som das músicas, felizes cantarão: nascemos em ti Sião!” (v 7).

Falando de Sião ou da Jerusalém do Alto, o Salmo indica de maneira admirável duas Mães super querida: a Igreja e Maria.
E referindo-se ao amor de Deus por Sião ou a Jerusalém do Alto o salmista nos revela o grande amor de Deus por Maria e pela Igreja: “O Senhor ama a cidade que fundou no monte santo. Ele ama Sião mais que qualquer outra cidade do mundo” (v 2).
Sião e Jerusalém são símbolos ou imagens da Igreja e de Maria. Por isso eu recebo deste salmo um ensinamento muito importante: A Igreja e Maria são minhas Mães e merecem todo o meu amor.
Amando a Igreja e Nossa Senhora eu estou imitando o próprio Deus, que de tantos modos nos testemunha esse mesmo amor.
Mas eu não estou sozinho. Todos os cristãos, igualmente, são filhos de Maria e da Igreja. Portanto quero me unir a todos os que são meus irmãos na Igreja e em Maria, para rezar e cantar com o salmo: Somos todos felizes e dançando cantamos com alegria: Obrigado, Senhor, pelas Mães maravilhosas que nos destes.
A vós pedimos, Senhor Deus, ajudai-nos a crescer no amor por Maria e para com a Igreja. E a vós, Maria, primeira e mais perfeita cristã, pedimos que nos ensineis a ser membros santos desta Mãe Igreja. Ajudai-nos a atrair mais pessoas para viverem esta alegria de serem seus filhos e, juntos, seguirmos convosco o nosso Mestre e Salvador, Jesus Cristo.

Nenhum comentário :

Postar um comentário

Reflexão

Todas as pessoas costumam falar em justiça ,mas para a maioria delas o fundamento dessa justiça são princípios e valores humanos, principalmente o que está escrito nas leis. Para nós cristãos, esse critério não é suficiente para entendermos verdadeiramente o que é justiça. Não é suficiente em primeiro lugar porque nem tudo o que é legal, é justo ou moral, como por exemplo a legalização do divórcio, do aborto ou da eutanásia. Também devemos levar em consideração que todas as pessoas, embora sejam seres naturais, possuem um dom de Deus que faz delas superiores à natureza, participantes da vida divina, e como Deus é amor, o amor é, para quem crê, o único e verdadeiro critério da justiça

CNBB - Imprensa