sábado, 28 de fevereiro de 2015

Irmãs Catequistas Franciscanas completam 50 anos de missão na Amazônia

Com a missão de evangelizar por meio da educação, nasceu em 1915, a Congregação Irmãs Catequistas Franciscanas, na cidade de Rodeio (SC). Há 50 anos, as religiosas estão presentes na Amazônia e desenvolvem trabalho pastoral com indígenas, ribeirinhos e seringueiros no Acre, Rondônia, Amazonas e Roraima. A dedicação e persistência das irmãs contribuem para a evangelização dos povos da região amazônica. Pelos rios, a pé ou à cavalo, as religiosas levam, pela educação, a mensagem de esperanças as crianças, jovens e adultos.

 O projeto de vida das Irmãs Catequistas Franciscanas consiste na vivência com o povo, a partir da proposta de Jesus Cristo. Inspiradas nos modelos de vida de São Francisco e Santa Clara de Assis, as irmãs buscam viver na simplicidade, alegria e disponibilidade, à serviço da vida mais fragilizada.
Panamazônica
As Irmãs Catequistas Franciscanas respondem aos desafios que são propostos pela Rede Eclesial Panamazônica, lançada em setembro de 2014. A Rede tem por objetivo fomentar a missão da Igreja na Amazônia, por meio do diálogo, coordenação e cooperação entre diversas entidades que atuam na região.
Atualmente, a Congregação das Irmãs Catequistas está organizada em seis províncias, com fraternidades em 22 Estados do Brasil e no Distrito Federal, e em alguns países como Angola e Moçambique na África e no continente Americano, sendo a Argentina, Bolívia, Chile, Guatemala, Paraguai, Peru, República Dominicana e Hait.
Com informações da Rádio Vaticano. 

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Reflexão

Todas as pessoas costumam falar em justiça ,mas para a maioria delas o fundamento dessa justiça são princípios e valores humanos, principalmente o que está escrito nas leis. Para nós cristãos, esse critério não é suficiente para entendermos verdadeiramente o que é justiça. Não é suficiente em primeiro lugar porque nem tudo o que é legal, é justo ou moral, como por exemplo a legalização do divórcio, do aborto ou da eutanásia. Também devemos levar em consideração que todas as pessoas, embora sejam seres naturais, possuem um dom de Deus que faz delas superiores à natureza, participantes da vida divina, e como Deus é amor, o amor é, para quem crê, o único e verdadeiro critério da justiça

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