quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Bispos do Consep debatem o novo Código Florestal Brasileiro


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O texto do novo Código Florestal Brasileiro foi debatido na tarde desta terça-feira, 9, na reunião do Conselho Episcopal Pastoral da CNBB (Consep), que acontece em Brasília (DF). Pela manhã, os bispos conversaram sobre da Reforma Política, em um debate com a deputada Luiza Erundina.

consep20119domdemetrioO bispo de Jales (SP), dom Demétrio Valentini, que é coordenador da Comissão da CNBB que acompanha as discussões do novo Código Florestal, afirmou que o texto deve levar em consideração as diferentes características dos biomas brasileiros. “A meta clara que precisa motivar o empenho em conseguirmos um bom Código Florestal é a compatibilização dos objetivos das diversas esferas envolvidas na questão, tanto do meio ambiente, como da agricultura (e aquicultura), nas suas dimensões econômicas e sociais”.
Ainda conforme o bispo de Jales, a CNBB é chamada a opinar e a contribuir com a redação do novo Código, pois é “uma voz sensata e ativa por anos nas questões do campo, da terra e da água, no país”.
“O Código deve ter força e ao mesmo tempo equilíbrio para evitar o abuso dos grandes proprietários, e ao mesmo tempo, evitar a criminalização dos pequenos camponeses”, destacou dom Demétrio sobre a redação do texto.
consep20119professorluizConvidado a falar sobre o assunto, o professor do Centro Universitário do Norte Paulista (UNORP) e Procurador da Fazenda Nacional, Luiz Carlos Silva de Moraes, analisou os pontos mais polêmicos do novo projeto e explicou algumas de suas características comparados aos Códigos de 1934 e de 1965.

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Reflexão

Todas as pessoas costumam falar em justiça ,mas para a maioria delas o fundamento dessa justiça são princípios e valores humanos, principalmente o que está escrito nas leis. Para nós cristãos, esse critério não é suficiente para entendermos verdadeiramente o que é justiça. Não é suficiente em primeiro lugar porque nem tudo o que é legal, é justo ou moral, como por exemplo a legalização do divórcio, do aborto ou da eutanásia. Também devemos levar em consideração que todas as pessoas, embora sejam seres naturais, possuem um dom de Deus que faz delas superiores à natureza, participantes da vida divina, e como Deus é amor, o amor é, para quem crê, o único e verdadeiro critério da justiça

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