terça-feira, 28 de maio de 2013

No Ano da Fé, também os Bispos são chamados a renovar a fé com Pedro

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PapaBispos28052013
Os eventos do Ano da Fé estão em pleno ritmo. Depois da Vigília e da Solenidade de Pentecostes, que reuniu na Praça S. Pedro mais de 200 mil pessoas, a próxima iniciativa do Pontifício Conselho para a Promoção da Nova Evangelização é no domingo, 2 de junho: trata-se da solene adoração eucarística presidida pelo Papa Francisco na Basílica Vaticana.

Esta cerimônia terá uma particularidade: dioceses de todo o mundo se conectarão ao vivo com a Praça S. Pedro para rezar com o Papa Francisco. No Brasil, já confirmaram participação dioceses de norte a sul do país: de Fortaleza a Caxias do Sul.
Como disse Bento XVI ao convocar este Ano, ele não se dirige somente aos católicos, mas inclusive a ateus. Assim como não se dirige somente a nós, simples fiéis, mas também à cúpula da Igreja. Quinta-feira passada, por exemplo, o Papa Francisco presidiu, na Basílica de São Pedro, a meditação para a profissão de fé com os bispos italianos, que realizam sua Assembleia Geral (foto acima).
Segundo o Santo Padre, "a falta de vigilância faz com que o pastor se torne morno, distraído, esquecido e impaciente; o seduz com a perspectiva de sua carreira, a tentação do dinheiro e os compromissos com o espírito do mundo; o torna preguiçoso, transformando-o num funcionário, clérigo de estado preocupado mais consigo mesmo, com a organização e estruturas, do que com o verdadeiro bem do Povo de Deus.
Pelo contrário, "ser pastores significa crer a cada dia na graça e na força que vem do Senhor e assumir plenamente a responsabilidade de caminhar diante do rebanho. Mas também dispor-se a caminhar no meio e atrás do rebanho.
A profissão de fé, disse, não é um ato formal, mas significa renovar a nossa resposta ao "Segue-me" que leva a estabelecer a própria vida segundo o projeto de Deus

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Reflexão

Todas as pessoas costumam falar em justiça ,mas para a maioria delas o fundamento dessa justiça são princípios e valores humanos, principalmente o que está escrito nas leis. Para nós cristãos, esse critério não é suficiente para entendermos verdadeiramente o que é justiça. Não é suficiente em primeiro lugar porque nem tudo o que é legal, é justo ou moral, como por exemplo a legalização do divórcio, do aborto ou da eutanásia. Também devemos levar em consideração que todas as pessoas, embora sejam seres naturais, possuem um dom de Deus que faz delas superiores à natureza, participantes da vida divina, e como Deus é amor, o amor é, para quem crê, o único e verdadeiro critério da justiça

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