terça-feira, 6 de agosto de 2013

Grupo de Assessores da CNBB debate estudo 104 “Comunidade de comunidades”

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Teve início, no dia 5 de agosto, mais uma reunião do Grupo de Assessores (GA) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília (DF). Estão presentes todos os assessores das 12 Comissões Episcopais Pastorais, além dos assessores das Comissões Especiais.

A reunião é coordenada pelo subsecretário adjunto de pastoral, padre Francisco de Assis Wloch, com a participação do subsecretário adjunto geral, padre Antônio da Silva Paixão. Na primeira sessão de trabalho, na manhã da segunda-feira (5), os assessores participaram da entrega das assinaturas coletadas para o Projeto de Lei Saúde + 10. 
GA 06 08 13 8Nesta terça-feira, dia 6, o tema de estudo é “Comunidade de comunidades: uma nova paróquia”. Em grupos, os assessores refletiram sobre o texto 104 publicado pela CNBB e fizeram avaliações do conteúdo. Na oportunidade, puderam acrescentar sugestões para o material que será novamente tema central da Assembleia dos Bispos em 2014, podendo ser publicado como Documento. A visita do Papa Francisco ao Brasil e os ecos da JMJ Rio 2013 também integram a pauta de estudos, além do processo de avaliação das Diretrizes Gerais para a Igreja no Brasil. 
A reunião do Grupo de Assessores deve, ainda, debater ao longo do dia sobre o Plano Quadrienal com foco nas atividades das Comissões Pastorais, a comunicação na Conferência, a revista “CNBB em Ação”, entre outros assuntos.

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Reflexão

Todas as pessoas costumam falar em justiça ,mas para a maioria delas o fundamento dessa justiça são princípios e valores humanos, principalmente o que está escrito nas leis. Para nós cristãos, esse critério não é suficiente para entendermos verdadeiramente o que é justiça. Não é suficiente em primeiro lugar porque nem tudo o que é legal, é justo ou moral, como por exemplo a legalização do divórcio, do aborto ou da eutanásia. Também devemos levar em consideração que todas as pessoas, embora sejam seres naturais, possuem um dom de Deus que faz delas superiores à natureza, participantes da vida divina, e como Deus é amor, o amor é, para quem crê, o único e verdadeiro critério da justiça

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