sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Saudação ao novo arcebispo de Porto Alegre (RS)

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Após a notícia da nomeação de dom Jaime Spengler como arcebispo de Porto Alegre (RS), a CNBB publica na manhã desta quarta-feira, 18 de setembro, uma mensagem em que pede a São Francisco de Assis que abençõe a nova missão de dom Jaime. O texto, assinado pelo secretário geral da Conferência, dom Leonardo Ulrich Steiner, também traz um agradecimento ao trabalho realizado pelo agora arcebispo emérito, dom Dadeus Grings.


Brasília-DF, 18 de setembro de 2013
SG - 0611/13
Saudação ao novo arcebispo de Porto Alegre (RS)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB acolhe com alegria a notícia de que, na manhã desta quarta-feira, 18 de setembro, o Santo Padre, o papa Francisco, nomeou dom Jaime Spengler, ofm, arcebispo de Porto Alegre (RS), acolhendo o pedido de renúncia de dom Dadeus Grings.
Dom Jaime nasceu em Gaspar (SC) e completou recentemente 53 anos de idade. É membro da Ordem dos Frades Menores, onde atuou na formação e na missão paroquial. Em 2010, foi nomeado pelo papa Bento XVI bispo auxiliar de Porto Alegre. Na Arquidiocese, colaborou como vigário episcopal e, recentemente, também como procurador e ecônomo. No Regional Sul 3 é o bispo referencial da Pastoral da Educação e Cultura e na Conferência Nacional é membro da Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada.
O seu lema episcopal “Gloriar-se na Cruz” (Cl 6,14), lembra os passos indicados pelo apóstolo Paulo: na missão deixar-se transformar na graça da cruz. Na ótica da cruz, a missão passa a ser o caminho da participação como pastor na vida do Povo de Deus.
Nossa Senhora, a Mãe das Dores, São Francisco de Assis, o apaixonado pelo Crucificado, acompanhem o nosso irmão na sua nova missão na Arquidiocese de Porto Alegre.
Em nome dos irmãos do episcopado, agradecemos a dom Dadeus Grings o trabalho e a dedicação ao povo de Deus na Arquidiocese de Porto Alegre com simplicidade, alegria e generosidade. O Senhor conceda saúde e paz ao irmão emérito.

+ Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

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Reflexão

Todas as pessoas costumam falar em justiça ,mas para a maioria delas o fundamento dessa justiça são princípios e valores humanos, principalmente o que está escrito nas leis. Para nós cristãos, esse critério não é suficiente para entendermos verdadeiramente o que é justiça. Não é suficiente em primeiro lugar porque nem tudo o que é legal, é justo ou moral, como por exemplo a legalização do divórcio, do aborto ou da eutanásia. Também devemos levar em consideração que todas as pessoas, embora sejam seres naturais, possuem um dom de Deus que faz delas superiores à natureza, participantes da vida divina, e como Deus é amor, o amor é, para quem crê, o único e verdadeiro critério da justiça

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