sexta-feira, 3 de setembro de 2010

ARROZ DE FORNO

Autor: Panelinha 

 Tipo de Cozinha: vegetariana, da vovó, básica, prática, caseira
Categoria: acompanhamentos, pratos principais
Tempo de preparo: Pá Pum
Serve: 4

Saber reciclar os alimentos é uma prática valiosa na cozinha. Transforme o arroz de ontem em um apetitoso arroz de forno! Aromatizado com endro (erva também conhecida como dill), este prato é ideal para acompanhar peixes. Ingredientes

2 xícaras (chá) de arroz branco cozido
1/2 xícara (chá) de leite
1 colher (sopa) de vinagre de vinho branco
3 ovos
1 colher (sopa) de manteiga
2 colheres (sopa) de endro fresco picado
1/2 xícara (chá) de queijo parmesão ralado
Modo de Preparo
1. Preaqueça o forno a 220ºC (temperatura alta).

2. Numa tigela, junte os ovos, o endro e apenas 1 colher (sopa) do leite. Bata ligeiramente com um garfo.

3. Numa frigideira, derreta a manteiga em fogo alto e junte a mistura de ovos. Mexa bem com uma colher de pau e desligue o fogo para que os ovos cozinhem sem secar completamente.

4. Numa tigela, junte o leite restante, o arroz cozido, os ovos mexidos, o vinagre e a metade do queijo parmesão. Misture bem e transfira para uma travessa refratária. Polvilhe o restante do queijo e leve ao forno preaquecido para gratinar por 15 minutos. Sirva imediatamente.
Dica
Veja aqui como preparar o arroz branco

Nenhum comentário :

Postar um comentário

Reflexão

Todas as pessoas costumam falar em justiça ,mas para a maioria delas o fundamento dessa justiça são princípios e valores humanos, principalmente o que está escrito nas leis. Para nós cristãos, esse critério não é suficiente para entendermos verdadeiramente o que é justiça. Não é suficiente em primeiro lugar porque nem tudo o que é legal, é justo ou moral, como por exemplo a legalização do divórcio, do aborto ou da eutanásia. Também devemos levar em consideração que todas as pessoas, embora sejam seres naturais, possuem um dom de Deus que faz delas superiores à natureza, participantes da vida divina, e como Deus é amor, o amor é, para quem crê, o único e verdadeiro critério da justiça

CNBB - Imprensa