quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Título dAto na CNBB pede a defesa das florestas e o desenvolvimento sustentávela postagem


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Comite-Brasilia


O Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, na qual a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) faz parte, promove na tarde de hoje, 21, Dia da Árvore, às 16:30h, na sede da Conferência dos Bispos, em Brasília, o Ato em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável.

Segundo os organizadores do evento, o ato quer chamar a atenção da sociedade brasileira, para que no Dia da Árvore, o texto do novo Código Florestal, que tramita no Senado Federal, possa proteger, “verdadeiramente, as florestas e trate de forma privilegiada a agricultura familiar”.
"Nesta data tão significativa que o novo Código Florestal garanta efetivamente a conservação e uso sustentável das florestas em todos os biomas brasileiros, trate de forma diferenciada e digna agricultores familiares e populações tradicionais e combata a cultura de impunidade", destaca o texto do Comitê Brasil em Defesa das Florestas.
Ao final do encontro será plantada uma muda de Ipê, árvore nativa do cerrado, simbolizando a esperança do povo por um Código Florestal justo e sustentável.
Foram convidados os bispos, padres e religiosos que participam do Conselho Episcopal de Pastoral (Consep), da CNBB, que estão reunidos em Brasília, desde ontem, 20, além do público em geral.
Comitê
O Comitê foi criado em junho desse ano e é composto pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), CNBB, Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP), Central Única dos Trabalhadores (CUT), SOS Florestas, Instituto Ethos, Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e o Comitê Intertribal.

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Reflexão

Todas as pessoas costumam falar em justiça ,mas para a maioria delas o fundamento dessa justiça são princípios e valores humanos, principalmente o que está escrito nas leis. Para nós cristãos, esse critério não é suficiente para entendermos verdadeiramente o que é justiça. Não é suficiente em primeiro lugar porque nem tudo o que é legal, é justo ou moral, como por exemplo a legalização do divórcio, do aborto ou da eutanásia. Também devemos levar em consideração que todas as pessoas, embora sejam seres naturais, possuem um dom de Deus que faz delas superiores à natureza, participantes da vida divina, e como Deus é amor, o amor é, para quem crê, o único e verdadeiro critério da justiça

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