quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Sub-Região Pastoral de Aparecida discute ação missionária à luz do DAp e das DGAE


E-mailImprimirPDF
sub-regiao_aparecida


Cerca de 300 pessoas participaram da 8ª Assembleia da Sub-Região Pastoral de Aparecida, realizada no dia 1º de outubro, no Seminário Santa Terezinha, em São José dos Campos (SP). Entre os participantes, lideranças pastorais, sacerdotes e os bispos das cinco dioceses que compõe a região: Aparecida, Taubaté, Lorena, São José dos Campos e Caraguatatuba.

A proposta desse ano foi discutir os caminhos para uma ação missionária permanente à luz do Documento de Aparecida (DAp). Foram feitos também apontamentos através das Novas diretrizes da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE).
O encontro contou com a assessoria do subsecretário adjunto de pastoral da CNBB, padre Francisco de Assis Wloch, que fez uma análise do documento aprovado na Assembleia dos Bispos no início deste ano, possibilitando a intervenção dos participantes na chamada “fila do povo”. Foi abordada a necessidade de reorganização das Pastorais Sociais, atenção para outras como a Pastoral Universitária. Destaque para a ação eficaz da Pastoral de Conjunto.  O bispo de Lorena (SP), dom Benedito Beni dos Santos lembrou que as DGAE devem ser inseridas no Plano Pastoral das Dioceses e que as paróquias devem cumprir seu papel de escola de formação missionária.
2assembleia_sub-regiao_aparecidaO presidente da CNBB e arcebispo de Aparecida, dom Raymundo Damasceno Assis, referiu-se sobre as "urgências pastorais (doc31)" citadas no documento. Lembrou que o mundo vive uma mudança de época e por isso deve-se atuar de forma a atingir todas as pessoas, utilizando-se das diversas ferramentas disponíveis.
Referindo ao número de documentos produzidos pela Igreja no Brasil, o presidente da Sub-região de Aparecida, dom Carmo Rhoden, disse que “acima de tudo é preciso amar a Deus e chegar em todos os lugares” e esse é o melhor modo de se colocar em prática o que se lê. O bispo de São Jose dos Campos, dom Moacir Silva, falou da importância do Documento de Aparecida e de uma constante renovação para assim cumprir a missão. Em suas considerações, o bispo da diocese de Caraguatatuba, dom Altieri, recordou que a reconciliação é o passo mais importante para uma vida comunitária que constrói, com passos mais seguros e velozes, o que o mundo está esperando. “Tudo é fruto de uma caminhada. Temos que ter coragem para avaliar nossas ações para que os resultados sejam favoráveis. Dom Carmo, juntamente com dom Damasceno conduziram o encerramento da Assembleia com a bênção de envio dos participantes.

Nenhum comentário :

Postar um comentário

Reflexão

Todas as pessoas costumam falar em justiça ,mas para a maioria delas o fundamento dessa justiça são princípios e valores humanos, principalmente o que está escrito nas leis. Para nós cristãos, esse critério não é suficiente para entendermos verdadeiramente o que é justiça. Não é suficiente em primeiro lugar porque nem tudo o que é legal, é justo ou moral, como por exemplo a legalização do divórcio, do aborto ou da eutanásia. Também devemos levar em consideração que todas as pessoas, embora sejam seres naturais, possuem um dom de Deus que faz delas superiores à natureza, participantes da vida divina, e como Deus é amor, o amor é, para quem crê, o único e verdadeiro critério da justiça

CNBB - Imprensa